Histórico da Pós-Graduação


O curso de Mestrado em Engenharia Civil da PUC-Rio foi criado em 1965, na área de Estruturas, pela Escola Graduada de Ciências e Engenharia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. A área de concentração em Geotecnia foi implementada poucos anos depois, em 1967.

Em 1968, com a reorganização da Universidade, o curso foi transferido ao Departamento de Engenharia Civil. As atribuições interdepartamentais dos diversos programas de pós-graduação técnico-científicos passaram, também nesta época, a ser geridas pela Coordenação Setorial de Pós-Graduação do CTC (Centro Técnico-Científico).

Em 04 de setembro de 1969 o CNPq, através da sua Comissão de Pós-Graduação, aprovou a indicação do CTC como Centro de Excelência, em condições de ministrar cursos de pós-graduação no nível de Mestrado em Engenharia Industrial, Mecânica, Elétrica e Civil.

Na mesma época, a Organização dos Estados Americanos (OEA) reconheceu o Departamento de Engenharia Civil como Centro Panamericano de Pós-Graduação, incluindo seu curso de pós-graduação nos programas multinacionais da OEA para formação de Mestres de toda a América Latina.

Como professores pioneiros do Mestrado em Engenharia Civil citam-se:

Em princípios da década de 1980, com o retorno de grande parte dos atuais professores em programas de doutoramento no Exterior, a pós-graduação em Engenharia Civil foi consolidada com criação do curso de Doutorado em Engenharia Civil nas áreas de Estruturas e de Geotecnia.  É importante ressaltar que para o sucesso da implementação do programa foi fundamental o apoio das agências federais de fomento à pesquisa e formação de recursos humanos Capes e CNPq, bem como ao BNDE na fase inicial de implementação do curso de Mestrado (1965 – 1975).

A evolução do programa de pós-graduação no período 1965-2007 pode ser acompanhada nos gráficos seguintes:

O primeiro curso
de pós-graduação
stricto-sensu em
Engenharia Civil
do Brasil

A Pós-Graduação no Brasil: Formação e Trabalho de Mestres e Doutores no País, vol.1, p.203, Capes, 2002